quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A falta.

Não compreendo qual o fundamento da mentira,
qual suas nuances e historia,
No entanto, ja senti seus efeitos!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Sexta de verão

- Queria que tudo passasse!
- Que o fim  chega - se!
- Engulo o chorro  a dor, mais o céu chorra e chorra com rancor!

domingo, 5 de janeiro de 2014

- O que fazer quando  se perde o chão?
- Quando o que te mantem já não existe mais?
-Quando os sonhos se vão um a um como uma odisseia infame?


saiD

- O que você esta fazendo de errado garota?
- O que?
- Você sabe que não vai passar para nada!
- Sabe que seu fim é esse! Não sabe?

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Desafortunado

Surge a adversidade,
Erguendo do-se do nada,
Não vem só,
Desgraça não fica desacompanhada, tem sempre uma marmota ao lado.
Vinda não se sabe de onde,
Indo para lugar nem,
Sorrateira,
Acabando com o pouco que há,
De nada se sabe,
Do pouco se conhece,
O infortunado sofre calado,
Se deita molhado,
Aceita e diz obrigado por ser açoitado,
Podre Diabo,
De tudo é culpado,
E Deus,
Rasga-se fitas e brilho dourado,
Se da pedida tudo for acertado.

Tem pessoas que nos faz sentir que tudo está errado, até o respirar.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013


No fundo de tudo isso, quem sou, tenho medo de saber a verdade, de me conhecer, e essa palavra me priva de mim mesma, o que me prende é composto de quatro letras.
Nem sempre fui assim assustada, talvez por ser nova demais não temesse tanto quanto o agora, é como a fôrma que nos cria, se ela é destemida e motivadora, cria se individuo independente e motivado, se a fôrma for composta por repreensão, medo, humilhação, sem criatividade e imaginação, podas excessivas gera seres fracos e limitados.
No entanto creio na força que move o ser humano, a mudança diante das dificuldades, à força que vem quando o buraco está ficando cheio de mais, é o viver ou morrer, e o pecador não quer a morte em primeiro lugar, não busca o fim sem remissão. Mesmo assim, a mudança precisa de exemplos, de histórias parecidas de outras histórias de outras vidas, ninguém é só o suficiente fora da bolha, é necessário ver mais, ouvir mais e dizer menos. O asno não aceita o arreio de primeira, porque devemos aceitar, e por um freio na boca, e um tampão aos olhos, se devemos viver pela própria alegria e benção de viver!